Agora sim, a nossa próxima reunião já esta agendada.
Contamos com a sua presença para o sucesso deste evento.
Informações: 3259-6612
Centro Especializado em Cirurgia Bariátrica, tendo como responsável Dr. Flávio Heuta Ivano e equipe. Localizado no Centro Médico Hospitalar Sugisawa na Av. Iguaçu, 1236 Rebouças. Contatos 41-3259-6612
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
sábado, 6 de setembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Fotos Paciente


Segue mais uma foto de antes e depois de nossos pacientes.
Ademar Freitas "Depois de 6 meses da cirurgia eis o resultado objetivos atingidos, 65 kilos, saúde , disposição , auto estima, alegria, felicidades , so isso tenho a dizer,e agradecer minha esposa linda e meus filhos que muito me apoiaram, e a Dr Flavio Ivano , que me operou, ao Dr. Luiz Carlos Von Bahtenque me incentivou obrigado a todos...."
DISLIPIDEMIA E OBESIDADE

10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Dislipidemia
A dislipidemia é caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue. Colesterol e triglicérides estão incluídos nessas gorduras, que são importantes para que o corpo funcione. No entanto, quando em excesso, colocam as pessoas em alto risco de infarto e derrame.
Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre dislipidemia:
- Nos dias atuais – onde predominam o sedentarismo; alimentação rica e abundante em gordura e açúcar livre; a obesidade; o estresse; e o tabagismo – os estudos têm mostrado que as placas de gordura nas artérias (circulação) começam muito cedo. A estimativa é a de que, aos 20 anos, cerca de 20% das pessoas estarão afetadas de alguma forma. Assim, os eventos finais deste processo, infarto e derrame, são as maiores causas de mortalidade.
- O risco de aterosclerose coronariana aumenta, significativamente, em pessoas com níveis de colesterol total e LDL acima dos patamares da normalidade. Para colesterol HDL, a relação é inversa: quanto mais elevado seu valor, menor o risco.
- Níveis de colesterol HDL maiores do que 60 mg/dL caracterizam um fator protetor. Já os níveis de triglicérides maiores do que 150 mg/dL elevam o risco de doença aterosclerótica coronariana.
- Algumas formas de dislipidemia também podem predispor à pancreatite aguda.
- Existem as dislipidemias primárias e as secundárias. As primárias são de causa genética.
- As secundárias podem ser provenientes de outros quadros patológicos, como o diabetes, por exemplo, e também podem ser originadas por medicamentos – diuréticos, betabloqueadores e corticoesteróides – tomados devido a problemas como o hipertiroidismo e a insuficiência renal crônica ou ainda em situações como o alcoolismo e uso de altas doses de anabolizantes.
- O diagnóstico da dislipidemia é feito, laboratorialmente, medindo-se os níveis plasmáticos de colesterol total, LDL, HDL e triglicérides.
- A obesidade tem influência significativa no metabolismo lipídico e deve ser encarada como importante fator na sua interpretação e tratamento.
- Pessoas com diabetes tipo 2 têm maior prevalência de alterações do metabolismo dos lipídios. Assim, o tratamento da dislipidemia nesses pacientes pode reduzir a incidência de eventos coronários fatais, entre outras manifestações de morbimortalidade cardiovascular.
- Uma dieta hipocalórica, pobre em ácidos graxos saturados e colesterol, é fundamental para o tratamento da dislipidemia. A atividade física moderada, realizada durante 30 minutos, pelo menos quatro vezes por semana, auxilia na perda de peso e na redução dos níveis de colesterol e triglicérides. Mesmo assim, ainda pode ser necessária a administração de medicamentos.
Fonte: Site SBEM Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
INIBIDORES DE APETITE PARTE 3
Nota referente aprovação da PDS 52/2014
No Brasil, 65 milhões de adultos estão acima do peso e, dentre esses, 22 milhões são obesos. Além de medidas de prevenção para que esses números não aumentem, é fundamental o tratamento dos que já possuem a doença instalada.
O controle da obesidade, uma doença crônica e progressiva, implica em redução do número de casos de diabetes melito tipo 2, hipertensão arterial, vários tipos de cânceres, doença cardiovascular, além de melhorar a qualidade de vida e a produtividade no trabalho. Em segundo plano, o controle da obesidade reduz drasticamente os custos com essas doenças, que são responsáveis pelo maior número de mortes entre os brasileiros.
Na última terça-feira (2), o Senado Federal aprovou o PDS 52/2014, que anula a RDC 52/2011 da ANVISA, que proibia a venda dos medicamentos anfepramona, mazindol e femproporex. A justificativa foi de que a agência regulatória extrapolou na sua função. E, na visão das entidades médicas, realmente ela o fez, ignorando a posição dos especialistas, o que é de praxe em algumas agências, como a agência americana.
Afentermina, medicamento dessa mesma classe, foi prescrito para 2,4 milhões de obesos americanos em 2011, correspondendo a 90% das prescrições para o tratamento da obesidade nos Estados Unidos da América.
A ABESO e o Departamento de Obesidade da SBEM reafirmam que a utilização de tais medicamentos, utilizados de forma controlada e em dose adequada, é uma ferramenta importante no tratamento da obesidade e devem ser prescritos sempre associados a melhora na qualidade da alimentação e aumento da atividade física.
Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica
Fonte site Abeso
sábado, 9 de agosto de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
INIBIDORES DE APETITE - PARTE 2
CCJ aprova projeto que derruba resolução da Anvisa sobre inibidores de apetite.
Nesta quarta (16), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o texto do PDS 52/2014, que derruba a resolução da Anvisa que suspende a produção e comercialização de inibidores de apetite.
A relatora do projeto na CCJ, a senadora Lúcia Vânia, foi favorável à aprovação em seu parecer. O senador Álvaro Dias também apoiou e ajudou a aprovar o PDS que agora seguirá para o Plenário.
Em discussão anterior na CCJ sobre o projeto relatado por Lúcia Vânia, o senador Álvaro Dias apresentou argumentos da comunidade científica, que no Paraná e em outros estados do País, entende que a proibição da Anvisa aos inibidores de apetite não pode prejudicar o tratamento dos que têm obesidade mórbida. Na sua argumentação, o senador Álvaro Dias apresentou relatos da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), que defende que a Anvisa errou por fazer um decreto generalizado, com o intuito de evitar os abusos, mas sem ouvir os médicos. Ele destacou a opinião da Abeso de que os inibidores de apetite são as únicas opções de pessoas que não podem esperar, por exemplo, por uma cirurgia bariátrica. Álvaro Dias afirmou que, se não são ideais, os medicamentos são o que há de melhor em terapia farmacológica para tratamento da obesidade.
“É importante que o Plenário do Senado confirme a decisão tomada pela Comissão de Constituição e Justiça e aprove este projeto, que derruba a resolução da Anvisa e garante que a prescrição dos inibidores seja feita com responsabilidade e vigilância, com acompanhamento do paciente durante todo o tratamento”, defendeu o senador Álvaro Dias ao final da votação na CCJ.
FONTE: SITE ABESO
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